Entre os dias 9 e 13 de janeiro, no âmbito do Programa Erasmus+, acompanhei duas alunas do nosso agrupamento na sua mobilidade de longa duração, superior a um mês, no Lycée Jeanne d’Arc, em Nancy, França.
Durante os dias de permanência na escola, foi possível observar práticas letivas, estabelecer diálogo com docentes e alunos e acompanhar a integração das nossas alunas no quotidiano escolar francês. A mobilidade incluiu ainda sessões de apresentação sobre Portugal dirigidas a estudantes que aprendem a língua portuguesa e a outras turmas interessadas, nas quais foram abordados aspetos históricos, culturais e políticos, bem como o percurso de Portugal na construção europeia.
Um dos momentos mais significativos foi a visita ao abrigo antiaéreo do liceu, construído em 1935 e integrado no plano de defesa da cidade. De acordo com a documentação histórica da escola, trata-se de uma estrutura em betão armado, com capacidade para 300 a 400 pessoas, equipada à época com sistemas de ventilação e filtragem de gases, linha telefónica, iluminação elétrica e ligação subterrânea ao jardim da Câmara Municipal de Nancy.
O abrigo está profundamente ancorado na história da cidade, já que Nancy foi uma das cidades francesas mais bombardeadas durante a Primeira Guerra Mundial. Assim se explica a forte preocupação com a defesa passiva nos anos 30. Durante a Segunda Guerra Mundial, na sequência do armistício de 1940 e da ocupação alemã de Nancy, o abrigo foi utilizado para a detenção temporária de prisioneiros franceses, antes da sua libertação ou da sua transferência para campos de trabalho na Alemanha.
A memória da Segunda Guerra Mundial permanece muito presente na comunidade escolar. Várias antigas alunas do liceu foram deportadas para campos de concentração, não tendo sobrevivido.
Para mim, enquanto professora de História, esta visita teve um significado particular. O contacto direto com este espaço, preservado no interior da escola, torna mais clara a dimensão humana da guerra e da ocupação, para além do que os manuais conseguem transmitir.
Estes dias em Nancy foram, acima de tudo, um momento de aprendizagem. O Erasmus+ constitui não só uma oportunidade de contacto com outras realidades educativas, mas também com memórias europeias que continuam a interpelar o presente.
Teresa Gomes






No dia 10 de fevereiro de 2026, Miguel Bartolomeu Galvão, 12ºA, e Sofia da Costa Jorge de Sande e Castro, 11ºD, venceram a fase de escola do Concurso Concelhio de Escrita Criativa, na EBS Helena Cidade Moura e passaram à finalíssima.
No dia 19 de fevereiro, a turma do 6.º G realizou uma visita de estudo à exposição “Paixão Universal – Arte Africana”, patente na Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela de Cascais.
Ibn Mucana brilha na prova de Esgrima do Desporto Escolar
Ao longo do mês de janeiro forram tantas as aprendizagens que fizemos na nossa escola. Aqui fica o registo de algumas delas (
No dia 19 de janeiro, os alunos da turma 11º ano A, em parceria com o Clube Europeu, dinamizaram um Peddy Paper Europeu na Escola Básica e Secundária Helena Cidade Moura.

O mês de dezembro foi rico em atividades. Para além do Natal foram tantos os momentos que irão ficar na memória de todos os que fazem parte desta família da EB Fausto Cardoso de Figueiredo. Clicar 
Nos passados dias 6 e 7 de janeiro, o universo "desceu" até à escola para proporcionar uma experiência inesquecível aos alunos de todas as turmas do 7.º ano. A iniciativa trouxe o Planetário Móvel do "Planeta Azul" (itinerante), permitindo que os nossos jovens exploradores espaciais viajassem pelo cosmos sem sair do lugar.
No dia 9 de janeiro, a turma A do 12.º ano assistiu à segunda palestra dinamizada pela Dr.ª Beatriz Vila, aluna do Agrupamento Ibn Mucana até ao ano de 2020.
No dia 19 de dezembro, realizou-se a atividade do «Amigo Secreto», na hora letiva de Assembleia de Turma.