Prazos de Inscrição para as Provas de Avaliação Externa

  • Provas do ensino básico e para provas e exames do ensino secundário (Clicar AQUI) NOVO (23.02.2026)

 

Preparar o Digit@l - Calendário das Provas Ensaio

Conforme o comunicado do MECI de 06/02/2026, as Provas-Ensaio foram reagendadas para abril. Esta decisão decorre da situação de calamidade que "causou danos nas infraestruturas escolares, nas comunicações e na rede elétrica", sendo necessário tempo para que todos possam "cuidar do seu bem-estar e retomar a normalidade". Mais se informa que as datas das provas ModA e das Provas Finais do Ensino Básico se mantêm inalteradas.

Provas Ensaio - Provas ModANOVO (06.02.2026)

Provas Ensaio - Provas Finais NOVO (06.02.2026)

Importante: 

  • As provas-ensaio são obrigatórias para todos os alunos dos 4.º, 6.º e 9.º anos e realizam-se, em suporte digital.
    Cada prova-ensaio tem a duração de 45 minutos.
    A escola irá utilizar os resultados destas provas em sede de avaliação interna dos alunos.
    O EduQA disponibiliza provas digitais realizadas em anos anteriores. Sugere-se aos alunos que consultem estes recursos digitais para preparação das provas. AQUI

 

           Concurso de Fotografia Científica                                          #ibnsemtelemóveis                
                           (clicar na imagem)                                                             Cartaz criado por alunos do 9.ºD na disciplina de TIC

Texto em homenagem a todas as mulheres que tenham sido injustiçadas. 
 Mulher Portuguesa
É realmente visível uma evolução acentuada na nossa sociedade no que toca ao papel desempenhado pela mulher.

Atualmente, e desde há quarenta anos até esta data, existem muito mais possibilidades de emprego, entretenimento, vestuário, estilo de vida e até papel familiar a ser desempenhado pela figura feminina.

A mulher portuguesa conseguiu emancipar-se, mas será que o homem português teve a capacidade de interpretar tal acontecimento como nada mais do que algo que já estaria destinado a acontecer há muito tempo? A mulher portuguesa é tão humana como o homem português e desde há séculos que tal conclusão deveria estar assente na mente dos homens deste nosso povo, só que o raciocínio humano, assim como as roda-dentadas inseridas numa engrenagem, não roda sempre na mesma direção.
Só em 2019 morreram 25 mulheres vítimas de violência doméstica. Se tivermos em conta as 7 vítimas masculinas (que eram tão inocentes como as femininas), concluímos que 78% das 32 vítimas deste fatídico destino se tratava de mulheres, podendo ainda acrescentar que desde o início de 2020, já 2 mulheres perderam a vida neste âmbito. Poderemos crer, como forma de consolo, que pelo menos a justiça portuguesa há de ter tomado as devidas providências em relação aos responsáveis, porém tal crença não passa de mais do que isso, um simples pensamento. De facto, a justiça portuguesa recebe as acusações em seus tribunais, mas apenas 14% dos acusados de violência doméstica são condenados, tendo muitas vezes a pena reduzida ou até absolvida (publico.pt). Para fins demonstrativos, temos o caso de Joaquim Pereira, que julgado no tribunal de Baião, foi condenado a quatro anos e cinco meses de prisão preventiva, além de lhe ser exigido o pagamento de cinco mil euros à vítima. O senhor de sessenta anos foi acusado de duas tentativas de homicídio, uma contra o cunhado e a outra contra o seu próprio filho, além da prática de violência doméstica contra a esposa de cinquenta e três anos. Incluindo todas as acusações, Joaquim Pereira conta com quatro crimes em relação a ofensas à integridade física da esposa e outros sete em diferentes âmbitos (tvi24.pt). Recebeu a pequena condenação de apenas quatro anos e cinco meses de prisão, quando à esposa, certamente, tirou muito mais tempo que isso. Para piorar a situação, não é só em relação a maus-tratos e ofensas que as mulheres costumam ficar para trás na sociedade, há ainda as questões salariais. Um estudo realizado pela CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego) revelou que no nosso país em 2010, contemplava-se uma remuneração média mensal atribuída às mulheres 18% inferior à atribuída aos homens, tendo esta disparidade vindo a diminuir, até em 2015 situar-se em 16,7%. É contemplável uma disparidade ainda maior em relação ao ganho médio mensal (que inclui outras componentes salariais como subsídio de férias e horas extraordinárias), que em 2010 era 20,9% inferior ao dos homens e em 2015, 19,9% inferior. Destaco ainda a questão da diferença entre ganho por hora dos dois sexos, que em termos gerais se verifica no sexo feminino uma inferioridade de 19,1% em relação aos trabalhadores do sexo masculino. O mesmo estudo verifica também que as disparidades ultrapassam a média em cargos superiores, por exemplo, uma mulher que seja diretora de uma dada empresa, costuma ganhar menos que um homem no mesmo cargo e com os mesmos anos de serviço. 
No meio destas desgraças, falta ainda mencionar entre os principais problemas que acompanham a emancipação feminina da mesma forma que a sombra acompanha um objeto, a questão da segurança. Só em 2017, foram vítimas de violação duzentas e três mulheres (pordata.pt), sem contar as vítimas que não efetuaram queixa. Acredita-se que uma mulher que saia acompanhada por um indivíduo do sexo oposto, terá mais segurança e a garantia de que evitará o assédio ou outros maus-tratos, mas até que ponto será justa esta dependência?
As mulheres nascem tão humanas como os homens e as diferenças entre ambos os sexos, são apenas fisionómicas, contudo parece que a sociedade lhes exige submissão e dependência onde não deveria existir.
Entre todos estes problemas, é possível, no entanto, verificar até certo ponto algum progresso. As diferenças salariais intersexuais regrediram cerca de 2% em cinco anos (como citado pelo estudo da CITE anteriormente referido) e a tendência é continuar a diminuir. Além do mais, parece que a população portuguesa começa a encarar-se, cada vez mais, como igualitária e, a cada ano, verifica-se um maior convívio entre rapazes e raparigas nas escolas, o que irá contribuir para uma maior aceitação da diversidade, e para que em gerações futuras se derrubem muros construídos há muitos séculos que nos separam do respeito mútuo. É certo que os movimentos que defendem a igualde para todos os humanos abrangem cada vez maiores populações e o importante é que cada um de nós contribua para este progresso, porque a cada ser humano que respeitamos e aceitamos, maior ficará a soma de cabeças que tencionam tornar o mundo num local mais justo. Acredito que enquanto o Dia da Mulher (ou dia de outro grupo social qualquer) existir, estaremos num mau caminho, pois se a mulher já estivesse realmente integrada, todos os dias seriam o dia da mulher sem que precisássemos de um dia para nos lembrar do quão humanas e importantes elas são. Por isso, que todos tenham esse dia em conta em cada manhã que acordam, até que essa ideia já esteja tão enraizada nos nossos ideais, que nem nos lembremos que algum dia foi necessário uma data para nos lembrar de que somos todos merecedores da mesma condição.

Rodrigo Martins, aluno do 11º B, com base em fontes diversas

Destaques do Magazibn

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  • Entre os dias 9 e 13 de janeiro, no âmbito do Programa Erasmus+, acompanhei duas alunas do nosso agrupamento na sua mobilidade de longa duração, superior a um mês, no Lycée Jeanne d’Arc, em Nancy, França.

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  • No dia 10 de fevereiro de 2026,  Miguel Bartolomeu Galvão, 12ºA, e Sofia da Costa Jorge de Sande e Castro, 11ºD, venceram a fase de escola do Concurso Concelhio de Escrita Criativa, na EBS Helena Cidade Moura e passaram à finalíssima.

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  • No dia 19 de fevereiro, a turma do 6.º G realizou uma visita de estudo à exposição “Paixão Universal – Arte Africana”, patente na Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela de Cascais.
    A mostra apresenta uma notável coleção de máscaras africanas e esculturas, reunindo peças resultantes de mais de 30 anos de colecionismo de Guillermo O. Martínez Castro.

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  • Ibn Mucana brilha na prova de Esgrima do Desporto Escolar
    O núcleo de Esgrima da Ibn Mucana esteve no passado dia 11 de fevereiro em mais uma etapa do calendário oficial do Desporto Escolar, disputada na Escola Secundária da Amadora.

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  • Na Biblioteca Escolar, muitas foram as atividades feitas com o pré-escolar e 1º ciclo. Desde sessões de histórias e contos, oficinas de escrita criativa, concurso de leitura, concurso de escrita, atividades de leitura, jogos e requisições de livros. É divertido aprender com a Biblioteca!
    Na Biblioteca, janeiro foi assim... um mundo de histórias e atividades sem fim! 
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  • Ao longo do mês de janeiro forram tantas as aprendizagens que fizemos na nossa escola. Aqui fica o registo de algumas delas (CLICAR AQUI)

  • A final concelhia do Concurso de Leitura teve lugar no dia 12 de fevereiro de 2026, reunindo os onze Agrupamentos do concelho de Cascais. Pela EBS Helena Cidade Moura participaram as alunas Matilde Maria Mendes Ferreira,10ºF, e Sara Beroge Tavaria Nunes, 10ºG. 

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  • No dia 19 de janeiro,  os alunos da turma 11º ano A, em parceria com o Clube Europeu, dinamizaram um Peddy Paper Europeu na Escola Básica e Secundária  Helena Cidade Moura.

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  • Estudantes do Mestrado em Educação Pré Escolar, da Escola Superior de Educação de Lisboa, dinamizaram algumas atividades de Artes Plásticas no JI Raúl Lino no Agrupamento de Escolas Ibn Mucana.

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  • O mês de dezembro foi rico em atividades. Para além do Natal foram tantos os momentos que irão ficar na memória de todos os que fazem parte desta família da EB Fausto Cardoso de Figueiredo. Clicar AQUI