Preparar o Digit@l - Calendário das Provas Ensaio

Conforme o comunicado do MECI de 06/02/2026, as Provas-Ensaio foram reagendadas para abril. Esta decisão decorre da situação de calamidade que "causou danos nas infraestruturas escolares, nas comunicações e na rede elétrica", sendo necessário tempo para que todos possam "cuidar do seu bem-estar e retomar a normalidade". Mais se informa que as datas das provas ModA e das Provas Finais do Ensino Básico se mantêm inalteradas.

Provas Ensaio - Provas ModANOVO (06.02.2026)

Provas Ensaio - Provas Finais NOVO (06.02.2026)

Importante: 

  • As provas-ensaio são obrigatórias para todos os alunos dos 4.º, 6.º e 9.º anos e realizam-se, em suporte digital.
    Cada prova-ensaio tem a duração de 45 minutos.
    A escola irá utilizar os resultados destas provas em sede de avaliação interna dos alunos.
    O EduQA disponibiliza provas digitais realizadas em anos anteriores. Sugere-se aos alunos que consultem estes recursos digitais para preparação das provas. AQUI

 

           Concurso de Fotografia Científica                                          #ibnsemtelemóveis                
                           (clicar na imagem)                                                             Cartaz criado por alunos do 9.ºD na disciplina de TIC

Comentário à citação:

“Os discípulos da Ciência deveriam sentir-se como aqueles que querem furar a Terra; compreendo que mesmo o maior esforço só permite furar um pedaço bem pequenino.”     Nietzsche

Desde os primórdios da Humanidade que o Homem apresenta uma sede insaciável de conhecer, de compreender e de desmitificar a realidade com que é confrontado. Temos esta dependência que por tão intensa parece estar gravada no nosso código genético, uma condição biologicamente incontornável. Ou então, simplesmente, como se tratasse do alimento da alma, que lhe permite distanciar-se das limitações mundanais ao lhe dar asas para exprimir a sua verdadeira essência. Tantas possíveis explicações para esta nossa curiosidade, umas rigorosas e objetivas, outras literárias e romanceadas, mas independentemente da sua verosimilidade, sabemos intrinsecamente que o conhecimento é o Sol da vida e que sem ele nada cresce, nada evolui.

  Aqueles que escolhem adotar um modo rigoroso, metódico e sistemático para estudar a realidade, descobrir as causas e os efeitos e os mecanismos que a controlam são os discípulos da Ciência, ao mesmo tempo em que esta serve também de seu objeto de estudo. Físicos, matemáticos, biólogos, químicos, geólogos, médicos, astrónomos… - tanta é a diversidade de cientistas mas, contudo, apesar das suas especialidades, todos eles trabalham no mesmo âmbito e são movidos pela mesma paixão. Sim, pois não é qualquer um que se dedica à Ciência. Tal como somente um amante de dança, alguém que não vê sentido na sua vida sem dançar, se tornará num bailarino, somente alguém com um amor ardente pela Ciência terá prazer e orgulho em ser seu aprendiz. Pois apesar de ser objetiva e precisa, as descobertas científicas envolvem mais do que factos na medida em que requerem uma entrega de corpo e de alma. Até porque muitas vezes, a não existência sucessiva de frutos das nossas pesquisas torna-se frustrante, e temos por isso de estar prontos para as desilusões que vamos enfrentar ao longo de todo o nosso percurso pelos caminhos desconhecidos da Ciência.

  Na verdade, todo este processo cuja finalidade é conhecer, pode ser facilmente posto em paralelo com uma situação em que nos encontramos a cavar um buraco na terra. Previamente devemos analisar o terreno a fim de determinar qual o melhor sítio para cavar, bem como que tipo de pá usar e como cavar, assim como no caso da Ciência, devemos primeiro decidir qual é o melhor ponto de partida para a nossa investigação, em que pressupostos nos devemos basear e de que recursos dispomos, sabendo selecionar quais os mais adequados. Só depois, sem qualquer precipitação, devemos pôr mãos à obra. Inicialmente podemos até não sentir grande dificuldade em cavar: à superfície a terra encontra-se solta e não apresenta tanta resistência, por isso não requer tanto esforço de nós. Comparativamente, o que se passa no caso da nossa investigação é o mesmo. Inicialmente, quando ainda não aprofundámos muito a pesquisa, os conteúdos são mais acessíveis e a formulação de hipóteses é mais simples do que será mais à frente quando as começarmos a questionar em pormenor.

  À medida que continuamos a cavar a situação torna-se mais complicada e adversa: a terra fica cada vez mais compacta e difícil de furar à medida que avançamos em profundidade e outros problemas nos começam a surgir, pois a terra presente nas margens/paredes do buraco pode começar a cair e a tornar a enchê-lo, o que significará um esforço acrescido, já para não mencionar o facto de que vamos ficando cada vez mais cansados, podendo até chegar a um estado de exaustão. Mais uma vez, com a Ciência passa-se o mesmo: à medida que avançamos no nosso trabalho maior é a quantidade de questões às quais vemos necessidade de responder para podermos avançar e cada vez mais complicadas são. E simultaneamente, novos problemas que inicialmente não tínhamos previsto vão surgindo, quer sejam de carácter teórico quer sejam adversidades a nível prático que provoquem erros sistemáticos ou aleatórios, ou incertezas nos dados da nossa investigação. Mas nada disso representa algo suficientemente forte para desistirmos.

  Por mais que tenhamos a sensação de, por já estarmos a cavar há uma eternidade, o buraco já estar fundo, enganamo-nos. A verdade é que o nosso buraco ainda está bem pequenino, e a nossa dedicação não é proporcional aos nossos resultados. Em comparação com a imensidão de terra que existe, o nosso buraquinho pode aparentar ser insignificante. Mas a verdade é que cavar fez-nos crescer, faz-nos ficar aptos para lidarmos com novas situações, o que será fundamental para que, quem sabe um dia, sejamos capazes de alcançar o centro da Terra e finalmente contemplar sem filtros a pureza da luz do conhecimento.

Destaques do Magazibn

  • Entre os dias 9 e 13 de janeiro, no âmbito do Programa Erasmus+, acompanhei duas alunas do nosso agrupamento na sua mobilidade de longa duração, superior a um mês, no Lycée Jeanne d’Arc, em Nancy, França.

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  • No dia 10 de fevereiro de 2026,  Miguel Bartolomeu Galvão, 12ºA, e Sofia da Costa Jorge de Sande e Castro, 11ºD, venceram a fase de escola do Concurso Concelhio de Escrita Criativa, na EBS Helena Cidade Moura e passaram à finalíssima.

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  • No dia 19 de fevereiro, a turma do 6.º G realizou uma visita de estudo à exposição “Paixão Universal – Arte Africana”, patente na Galeria de Exposições do Palácio da Cidadela de Cascais.
    A mostra apresenta uma notável coleção de máscaras africanas e esculturas, reunindo peças resultantes de mais de 30 anos de colecionismo de Guillermo O. Martínez Castro.

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  • Ibn Mucana brilha na prova de Esgrima do Desporto Escolar
    O núcleo de Esgrima da Ibn Mucana esteve no passado dia 11 de fevereiro em mais uma etapa do calendário oficial do Desporto Escolar, disputada na Escola Secundária da Amadora.

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  • Na Biblioteca Escolar, muitas foram as atividades feitas com o pré-escolar e 1º ciclo. Desde sessões de histórias e contos, oficinas de escrita criativa, concurso de leitura, concurso de escrita, atividades de leitura, jogos e requisições de livros. É divertido aprender com a Biblioteca!
    Na Biblioteca, janeiro foi assim... um mundo de histórias e atividades sem fim! 
    Clicar AQUI

  • Ao longo do mês de janeiro forram tantas as aprendizagens que fizemos na nossa escola. Aqui fica o registo de algumas delas (CLICAR AQUI)

  • No dia 19 de janeiro,  os alunos da turma 11º ano A, em parceria com o Clube Europeu, dinamizaram um Peddy Paper Europeu na Escola Básica e Secundária  Helena Cidade Moura.

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  • No passado dia 21 de janeiro, o grupo de Educação Física, com a colaboração da turma do 10º1, organizou o “Torneio do Jogo do Mata – 4º ano”, prova pertencente ao Plano Anual de Atividades. Participaram 6 turmas (cerca de 141 alunos), das escolas do 1º ciclo do Agrupamento. A participação dos alunos foi bastante positiva e empenhada.

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  • Estudantes do Mestrado em Educação Pré Escolar, da Escola Superior de Educação de Lisboa, dinamizaram algumas atividades de Artes Plásticas no JI Raúl Lino no Agrupamento de Escolas Ibn Mucana.

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  • O mês de dezembro foi rico em atividades. Para além do Natal foram tantos os momentos que irão ficar na memória de todos os que fazem parte desta família da EB Fausto Cardoso de Figueiredo. Clicar AQUI

  • No dia 13 de Janeiro, o grupo de Educação física, com a colaboração da turma do 10. 1, organizou o “Torneio de Badminton infantis B e Iniciados”, prova pertencente ao Plano Anual de Atividades.

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  • Nos passados dias 6 e 7 de janeiro, o universo "desceu" até à escola para proporcionar uma experiência inesquecível aos alunos de todas as turmas do 7.º ano. A iniciativa trouxe o Planetário Móvel do "Planeta Azul" (itinerante), permitindo que os nossos jovens exploradores espaciais viajassem pelo cosmos sem sair do lugar.

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  • No dia 9 de janeiro, a turma A do 12.º ano assistiu à segunda palestra dinamizada pela Dr.ª Beatriz Vila, aluna do Agrupamento Ibn Mucana até ao ano de 2020.

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  • No dia 19 de dezembro, realizou-se a atividade do «Amigo Secreto», na hora letiva de Assembleia de Turma.
    A turma considerou a atividade interessante e positiva, uma vez que promoveu o convívio saudável e o espírito de união entre os alunos.

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