Preparar o Digit@l - Calendário das Provas Ensaio

Conforme o comunicado do MECI de 06/02/2026, as Provas-Ensaio foram reagendadas para abril. Esta decisão decorre da situação de calamidade que "causou danos nas infraestruturas escolares, nas comunicações e na rede elétrica", sendo necessário tempo para que todos possam "cuidar do seu bem-estar e retomar a normalidade". Mais se informa que as datas das provas ModA e das Provas Finais do Ensino Básico se mantêm inalteradas.

Provas Ensaio - Provas ModA

Provas Ensaio - Provas Finais 

Importante: 

  • As provas-ensaio são obrigatórias para todos os alunos dos 4.º, 6.º e 9.º anos e realizam-se, em suporte digital.
    É obrigatório o transporte do kit digital para a escola nos dias das provas, devendo o computador ter já instalada a aplicação oficial disponível neste link: [LINK DA APP]
    Cada prova-ensaio tem a duração de 45 minutos.
    A escola irá utilizar os resultados destas provas em sede de avaliação interna dos alunos.
    O EduQA disponibiliza provas digitais realizadas em anos anteriores. Sugere-se aos alunos que consultem estes recursos digitais para preparação das provas. AQUI

 Provas de Avaliação Externa
  • Prazos de inscrição para Provas do Ensino Básico e para Provas e Exames do Ensino Secundário (Clicar AQUI)
     
  • PIEPE - Plataforma de Inscrição Eletrónica em Provas e Exames (Período de inscrição, 1.ª Fase: de 6 a 19 de março de 2026)(Clicar AQUI) NOVO (05.03.2026)

Email para mais informações sobre exames - exames@ibn-mucana.pt

Comentário à citação:

“Os discípulos da Ciência deveriam sentir-se como aqueles que querem furar a Terra; compreendo que mesmo o maior esforço só permite furar um pedaço bem pequenino.”     Nietzsche

Desde os primórdios da Humanidade que o Homem apresenta uma sede insaciável de conhecer, de compreender e de desmitificar a realidade com que é confrontado. Temos esta dependência que por tão intensa parece estar gravada no nosso código genético, uma condição biologicamente incontornável. Ou então, simplesmente, como se tratasse do alimento da alma, que lhe permite distanciar-se das limitações mundanais ao lhe dar asas para exprimir a sua verdadeira essência. Tantas possíveis explicações para esta nossa curiosidade, umas rigorosas e objetivas, outras literárias e romanceadas, mas independentemente da sua verosimilidade, sabemos intrinsecamente que o conhecimento é o Sol da vida e que sem ele nada cresce, nada evolui.

  Aqueles que escolhem adotar um modo rigoroso, metódico e sistemático para estudar a realidade, descobrir as causas e os efeitos e os mecanismos que a controlam são os discípulos da Ciência, ao mesmo tempo em que esta serve também de seu objeto de estudo. Físicos, matemáticos, biólogos, químicos, geólogos, médicos, astrónomos… - tanta é a diversidade de cientistas mas, contudo, apesar das suas especialidades, todos eles trabalham no mesmo âmbito e são movidos pela mesma paixão. Sim, pois não é qualquer um que se dedica à Ciência. Tal como somente um amante de dança, alguém que não vê sentido na sua vida sem dançar, se tornará num bailarino, somente alguém com um amor ardente pela Ciência terá prazer e orgulho em ser seu aprendiz. Pois apesar de ser objetiva e precisa, as descobertas científicas envolvem mais do que factos na medida em que requerem uma entrega de corpo e de alma. Até porque muitas vezes, a não existência sucessiva de frutos das nossas pesquisas torna-se frustrante, e temos por isso de estar prontos para as desilusões que vamos enfrentar ao longo de todo o nosso percurso pelos caminhos desconhecidos da Ciência.

  Na verdade, todo este processo cuja finalidade é conhecer, pode ser facilmente posto em paralelo com uma situação em que nos encontramos a cavar um buraco na terra. Previamente devemos analisar o terreno a fim de determinar qual o melhor sítio para cavar, bem como que tipo de pá usar e como cavar, assim como no caso da Ciência, devemos primeiro decidir qual é o melhor ponto de partida para a nossa investigação, em que pressupostos nos devemos basear e de que recursos dispomos, sabendo selecionar quais os mais adequados. Só depois, sem qualquer precipitação, devemos pôr mãos à obra. Inicialmente podemos até não sentir grande dificuldade em cavar: à superfície a terra encontra-se solta e não apresenta tanta resistência, por isso não requer tanto esforço de nós. Comparativamente, o que se passa no caso da nossa investigação é o mesmo. Inicialmente, quando ainda não aprofundámos muito a pesquisa, os conteúdos são mais acessíveis e a formulação de hipóteses é mais simples do que será mais à frente quando as começarmos a questionar em pormenor.

  À medida que continuamos a cavar a situação torna-se mais complicada e adversa: a terra fica cada vez mais compacta e difícil de furar à medida que avançamos em profundidade e outros problemas nos começam a surgir, pois a terra presente nas margens/paredes do buraco pode começar a cair e a tornar a enchê-lo, o que significará um esforço acrescido, já para não mencionar o facto de que vamos ficando cada vez mais cansados, podendo até chegar a um estado de exaustão. Mais uma vez, com a Ciência passa-se o mesmo: à medida que avançamos no nosso trabalho maior é a quantidade de questões às quais vemos necessidade de responder para podermos avançar e cada vez mais complicadas são. E simultaneamente, novos problemas que inicialmente não tínhamos previsto vão surgindo, quer sejam de carácter teórico quer sejam adversidades a nível prático que provoquem erros sistemáticos ou aleatórios, ou incertezas nos dados da nossa investigação. Mas nada disso representa algo suficientemente forte para desistirmos.

  Por mais que tenhamos a sensação de, por já estarmos a cavar há uma eternidade, o buraco já estar fundo, enganamo-nos. A verdade é que o nosso buraco ainda está bem pequenino, e a nossa dedicação não é proporcional aos nossos resultados. Em comparação com a imensidão de terra que existe, o nosso buraquinho pode aparentar ser insignificante. Mas a verdade é que cavar fez-nos crescer, faz-nos ficar aptos para lidarmos com novas situações, o que será fundamental para que, quem sabe um dia, sejamos capazes de alcançar o centro da Terra e finalmente contemplar sem filtros a pureza da luz do conhecimento.

Destaques do Magazibn

  • Já se conhecem os vencedores do Concurso de Fotografia Científica 2025/2026.
    Clique AQUI
    Parabéns a todos os que participaram!

  • Exposição Ciclo Celular na EBS Helena Cidade Moura
    A exposição “Ciclo Celular” fez parte das atividades da Semana do Patrono, decorridas de 24 a 27 de março de 2026, e foi realizada pelos alunos das turmas 11ºB e 11ºC, na disciplina de Biologia e Geologia, orientada pela professora Mariana Arouca.

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  • No dia 25 de março, o grupo de Desporto Escolar de Patinagem, participou no Torneio de Hóquei em patins na escola Escola Básica 2,3 de Alfornelos.

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  • "Caça ao Tesouro Linguístico promove inclusão, motivação e aprendizagem ativa na escola. Inserida nas atividades da Semana do Patrono foi aberta hoje, dia 24 de março de 2026, a exposição “Carlos Carranca: Sílabas da Vida”.

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  • Um grupo de alunos do Agrupamento de Escolas Ibn Mucana, em parceria com o Istituto Istruzione Secondaria Superiore Archimede, Rosolini, Sicília, Itália, participou recentemente numa visita de estudo a Bruxelas, no âmbito do programa Erasmus+, com o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento das instituições europeias.

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  • No dia 13 de março,  os alunos do 10º2, 1º ano do Curso Profissional de Técnico de Turismo, participaram numa visita de estudo a Lisboa, no âmbito das disciplinas  de Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico , lecionada pela professora Catarina Espada, e Turismo - Informação e Animação Turística, lecionada pela professora Elisa Gouveia.

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  • No dia 13 de Março decorreu o Torneio Inter Turmas de Voleibol do 3º Ciclo na Escola Ibn Mucana. Foi um torneio que contou com a participação de 49 equipas, cerca de 248 alunos e foram disputados 78 jogos.

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  • No dia 12 de Março decorreu o Torneio Inter Turmas de Voleibol do 2º Ciclo na Escola Ibn Mucana. Foi um torneio que contou com a participação de 46 equipas, cerca de 120 alunos e foram disputados 98 jogos.

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  •  A visita de estudo ao Parque Marechal Carmona realizou-se no âmbito do Projeto Envolve-te, integrada nas disciplinas de Educação Visual (EV) e Educação Tecnológica (ET).

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  • No dia 11 de março, realizou-se a final do Torneio Concelhio do Jogo do Mata 25/26, o pavilhão dos Lombos, com a participação de 6 turmas de escolas/colégios do concelho.

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  • No passado dia 11 de março de 2026, realizou-se o Mega Sprint - Fase CLDE, no Complexo Desportivo de Massamá, com a presença de 16 alunos em representação do Agrupamento, acompanhados por 4 professores.

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  • No dia 5 de março, a turma do 4º F da EB Fernando Teixeira Lopes participou no Torneio Concelhio do Jogo do Mata / Fase Ocidental, no Pavilhão Desportivo de Murches.

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  • Treze alunos do 11 ano, turmas C e D, acompanhados por duas professoras,  encontram-se desde o dia 2 de março em Itália,Guilianova, num projeto de mobilidade Erasmus+ de curta duração. 

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  • As turmas do 5.º A e 5.º B participaram recentemente numa aula interdisciplinar que juntou as disciplinas de História e Geografia de Portugal (HGP), lecionada pelo Professor José Ferreira (Manuel Pinho), e Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), orientada pelo Professor Pedro Filipe.

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